12 de Março de 2010

iPhone-ó-dependente! - Já não sei viver sem o meu..

Um estudo envolvendo 200 alunos da Universidade de Stanford permitiu concluir aquilo de que alguns já suspeitavam: o iPhone cria dependência.

Cerca de metade dos inquiridos admitem estar “muito ou completamente viciados” no telemóvel da Apple.
Mais: cerca de três por cento dos inquiridos admitem não deixar que mais ninguém toque nos seus aparelhos e um quarto diz que vê o iPhone como uma extensão do seu cérebro ou do seu ser.
Quase dez por cento dos estudantes admitem que por vezes afagam o aparelho, três por centro deram-lhe um nome e oito por cento já desconfiaram, a determinado ponto, que os seus iPods pudessem ter ciúmes do iPhone.
Uma larga maioria (75%) revela ainda que adormece com os iPhones bem perto de si.
Ao saírem de casa ou das residências para irem para a universidade, 69 por cento admite que é mais provável esquecerem-se das carteiras do que dos telemóveis. Mais de 80 por cento dos inquiridos indicou igualmente que usa o aparelho como relógio e como despertador.
O iPhone também parece ter um efeito surpreendente nas vidas sociais dos estudantes. Muitos deles estimam que as suas saídas e convívios ficariam muito afectados caso perdessem ou estragassem os seus telemóveis. Quase três quartos dos inquiridos admitiram já ter usado o iPhone para evitar olhar alguém nos olhos.
Concluindo: serão estas pessoas viciadas? A maioria admite que sim. Numa escala de 1 até 5 - sendo 5 a hipótese “Sim, sou completamente viciado” - apenas seis por cento disseram que, definitivamente, não são viciados no aparelho. Entre os restantes, dez por cento atribuiu a si próprio um 5, ao passo que 34 por cento um 4 nesta escala.
Entre todos os estudantes, 32 por cento mostraram-se preocupados com a possibilidade de ficarem viciados no iPhone e 25 por cento assumiu que o iPhone é “perigosamente apelativo”.
O iPhone fica de facto ligado ao nosso dia-a-dia!

Resultado das pesquisas...